Absurdo e censura no teatro português: A produção dramatúrgica de Helder Prista Monteiro: 1959–1972

Por Márcia Regina Rodrigues

Sobre o livro

Nesta obra, a autora analisa a obra do dramaturgo português Helder Prista Monteiro, considerado pela historiografia teatral um dos representantes do teatro do absurdo produzido em seu país.

O dramaturgo também esteve engajado nas discussões sobre teatro e literatura, e foi, em 1976, um dos sócios fundadores da Associação Portuguesa de Escritores – antiga Sociedade Portuguesa de Escritores, destruída pela polícia política do regime ditatorial, a PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado) – e, de 1974 a 1990, secretário geral da Sociedade Portuguesa de Escritores Médicos.

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