Talvez precisemos de um nome para isso: ou o poema de quem parte
Por Stephanie BorgesSobre o livro
O imaginário estético da sociedade como forma de opressão da mulher negra, é o fio condutor do poema de Stephanie Borges, perpassado por narrativas sagradas, memórias pessoais, trechos de músicas e críticas ao que chama de “eufemismo do mercado”.
O longo poema é dividido em dez partes, para além do lirismo convencional, com uma linguagem cortante e direta.
A autora transcende o debate sobre beleza e identidade, mergulha no já banalizado tema do empoderamento feminino negro, e propõe às mulheres uma autoanálise sobre a construção da própria imagem.
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