Mil vezes mais justo: O que as peças de Shakespeare nos ensinam sobre a justiça
Por Kenji YoshinSobre o livro
Na introdução de Mil vezes mais justo, o autor Kenji Yoshino explica que o seu desejo de relacionar Direito e Literatura vem desde a época em que era estudante da faculdade de Direito.
Para Kenji Yoshino, a literatura auxiliaria o julgamento do Direito e, baseado nesta proposta, o professor montou uma aula sobre Direito e Literatura que rapidamente se transformou em uma disciplina focada nas peças de William Shakespeare, paixão antiga do professor.
Tentando formular um conceito de “justiça”, Yoshino selecionou na literatura casos que, trazidos para a atualidade, pudessem auxiliar esta noção do Direito. O autor admite que não é possível extrair de Shakespeare tudo o que é necessário no julgamento de um caso.
Rei Lear, Otelo, Hamlet, O Mercador de Veneza, Macbeth e Tito Andrônico trazem noções de provas, testemunhas, juízes e justiça e o autor os relaciona com casos como o de O. J. Simpson ou da falta de uma autoridade central em terras em conflito como Afeganistão e Iraque.
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