Sobre o livro
No prólogo da obra, o autor explica que o livro seguirá baseado em um diálogo, já que este é todo em conversação, entre seis amigos da época de faculdade, dois advogados, dois juízes, um professor universitário de Direito e um empresário.
No final, já no derradeiro fechar das cortinas, aparece uma sétima personagem chamada de filósofo, pois escuta muito e pouco fala.
Piero acabou apelidando as personagens: os advogados são chamados de primeiro advogado e segundo advogado, os juízes da mesma maneira, primeiro e segundo, o empresário é nomenclatura do como ingênuo, talvez por nada entender de processo e o professor é reconhecido como o teórico, pois conhece muito de processo, mas apenas na teoria da sala de aula.
O professor faz referência ao Código de Processo Civil da Itália.
No Brasil o modelo é idêntico: advogados insidiosos e desonestos passam, inevitavelmente, pelo crivo dos Tribunais de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil, de onde fui durante dois anos juiz-conselheiro com muito orgulho.
De fato, não cabe ao magistrado exercer poder disciplinar sobre o advogado, que é um profissional dotado de independência.
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