AS BOAS RELAÇÕES ENTRE JUÍZES E ADVOGADOS

Por Piero Calamandrei

Sobre o livro

No prólogo da obra, o autor explica que o livro seguirá baseado em um diálogo, já que este é todo em conversação, entre seis amigos da época de faculdade, dois advogados, dois juízes, um professor universitário de Direito e um empresário.

No final, já no derradeiro fechar das cortinas, aparece uma sétima personagem chamada de filósofo, pois escuta muito e pouco fala.

Piero acabou apelidando as personagens: os advogados são chamados de “primeiro advogado” e “segundo advogado”, os juízes da mesma maneira, primeiro e segundo, o empresário é nomenclatura do como “ingênuo”, talvez por nada entender de processo e o professor é reconhecido como “o teórico”, pois conhece muito de processo, mas apenas na teoria da sala de aula.

O professor faz referência ao Código de Processo Civil da Itália.

No Brasil o modelo é idêntico: advogados insidiosos e desonestos passam, inevitavelmente, pelo crivo dos Tribunais de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil, de onde fui durante dois anos juiz-conselheiro com muito orgulho.

De fato, não cabe ao magistrado exercer poder disciplinar sobre o advogado, que é um profissional dotado de independência.

Baixe esta página em PDF para ler quando quiser, mesmo offline.

📄 Salvar PDF

Avaliações dos leitores

Descubra as opiniões de outros leitores, explore avaliações detalhadas e veja se este livro realmente vale a pena para você, com base em experiências reais de quem já leu e compartilhou sua visão sobre a obra.

⭐ Reviews dos leitores