A MORTE INTERROMPIDA DE JHONATAN S. W. WILSON: a genética da vida em status de morte

Por Ricardo França de Gusmão

Sobre o livro

Apresentação

‘A MORTE INTERROMPIDA DE JHONATAN S. W. WILSON: a genética da vida quando em morte’,é um caso que confronta a ciência e a religião. Aborda engenharia genética e biotecnologia, fusão celular, ressuscitação biomolecular, vida eterna, mistério, ocultismo, crime passional, ética médica e aventura.

A narrativa, conduzida por cinco estudantes universitários da área tecnológica, em uma pequena vila que transformou-se em cidade após a descoberta de minas de silício, é dinâmica. A história é ambientada em um Brasil imaginário que tem a pena de morte como premissa máxima do Código Penal — idolatrada pela forca —que é tratada como símbolo da Justiça.

A trama transcorre em ritmo de aventura e dialoga todo o tempo com o que é considerado certo e/ou errado. A decisão que tomamos em conjunto é mais crível, a mais justa e mais responsável, quando confrontada com as escolhas individuais? Ao aceitarmos navegar pela democracia das escolhas não podemos ter ‘teto de vidro’, no eterno paradigma do confronto entre a audácia de ser Deus e ciência ao mesmo tempo.

‘A MORTE INTERROMPIDA DE JHONATAN S. W.

WILSON: a genética da vida quando em morte’ equilibra a tecnologia e o terror, seguindo o gênero criado pela escritora inglesa Mary Shelley (1797-1851), que escreveu o romance Frankenstein’, primeira ficção científica da literatura mundial.

Se você se arriscar a entrar nessa história… a escolha será sua. E se você tiver a coragem de encarar esse jogo de espelhos, tome cuidado ao ver o seu rosto.

SOBRE O AUTOR…

RICARDO FRANÇA DE GUSMÃO

Nascido no dia 11 de maio de 1968, o JORNALISTA INVESTIGATIVO, PROFESSOR E POETA, RICARDO FRANÇA DE GUSMÃO, é filho de advogado e de professora, sendo o mais velho de seus três irmãos. Formou-se em Jornalismo pela Universidade Gama Filho, em 1992, e é pós-graduado em Telejornalismo pela Universidade Estácio de Sá. Ao se formar, ingressou como repórter da madrugada no jornal O DIA, promovido, mais tarde, a Repórter Especial.

Especialista em Segurança Pública e Direitos Humanos, laureado com três prêmios de jornalismo, sendo dois internacionais, de Direitos Humanos, França foi editor-chefe dos dois Portais das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), no RJ, entre 2007/2013, quando exerceu o cargo de assessor de imprensa da Secretaria de Estado de Segurança, durante a gestão do Secretário José Mariano Beltrame.

Como repórter de polícia, cobriu casos de repercussão, como o assassinato da atriz Daniela Perez e as chacinas da Candelária e Vigário Geral. Membro permanente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e ex-integrante da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Passou por redações de TV, jornais, assessorias de imprensa e internet.

Vencedor do PRÊMIO INTERNACIONAL DE REPORTAGEM IAPA Excellence in Journalism Award, da Interamerican Press Association (IAPA), pelo jornal O DIA/RIO-RJ, em 1997.

O PRÊMIO BARTOLOME MITRE, CATEGORIA DIREITOS HUMANOS, contemplou a série de reportagens investigativas ‘Nota 10 em Violência’, que denunciou os bastidores do tráfico de drogas nas escolas púbicas e privadas do Rio de Janeiro.

Oferecido pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP/IAPA-Miami), A SÉRIE DE REPORTAGENS FOI CONSIDERADA PELA SIP, A MAIOR CONTRIBUIÇÃO DA IMPRENSA CONTRA O TRÁFICO DE DROGAS NAS AMÉRICAS.

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