Sobre o livro
A semiótica, cada vez mais, vem sendo utilizada no campo comunicacional como método de pesquisa nas mais diversas áreas, seja nos estudos das linguagens musical e gestual, da linguagem fotográfica, cinematográfica, pedagógica e pictórica, bem como pela linguagem poética, publicitária e jornalística.
Assim, fica cada vez mais evidente a necessidade de se compreender a relação do homem e a infinidade de signos existentes em nossa sociedade atual. A linguagem humana tem se multiplicado em várias formas e novas estruturas e novos meios de disseminação desta linguagem têm sido criado.
O mundo era tangível e apreensível pela contemplação e pela indução, abarcado nas faculdades do imaginário. O homem criava signos, seres e representações grandiosas, utópicas, oníricas, como deuses, dragões, heróis, seres divinos ou profanos.
E de toda essa teia de signos regidos pelo regime da imaginação, nasceu o mito – a maneira de representar o mundo frente a uma consciência indutiva e representativa, num sentido de persistir, perdurar, de fixar um legado, algo a repercutir e não ser esquecido mesmo que possa ser distorcido.
O cérebro humano ainda é um mistério que não foi totalmente desvendado e isso implica no comportamento do ser humano dentro e fora de seu ambiente de trabalho. A mente humana é repleta de complexidades. Uma mesma ação pode causar dezenas de outras reações em uma dezena de pessoas diferentes.
Cada uma tem uma forma de reagir a uma certa situação.
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