Tililiu e cia: traquinagens do bem: Aventura do jovem Tililiu e seu cachorro falante

Por Ramiro Alves

Sobre o livro

“Feliz daquele que consegue alimentar a criança dentro de si”.

Quem teve sua infância privilegiada pela liberdade de correr, pular, jogar bola, bolinha de gude, rodar pião, jogar figurinhas, soltar pipas, brincar de esconde-esconde, e outras brincadeiras saudáveis comuns nos bairros periféricos, certamente topou com um “Tililiu”: menino de classe média-baixa, pés no chão, descamisado – na maior parte do tempo – calção, ou bermuda barata e bola plástica debaixo do braço.

Bronzeado pelo sol, cabelos curtos, semiarrepiados, e olhos sempre atentos a sua volta, procurando novas formas de passar o tempo.

Com a falta de dinheiro, tudo improvisado: duas latas de leite em pó e alguns arames transformam-se num carrinho; um pedaço de tábua e rolamentos viram um auto de corrida; duas rodas de carrinho-de-feira, algumas tábuas, parafusos, porcas e pregos um patinete; uma corda amarrada ao ramo de uma árvore, uma brincadeira de “Tarzan”…

Mas Tililiu era um personagem incomum, pois tinha um cachorro.

E daí? qual é a novidade? quase toda criança tem um cachorro!

Espera! não como aquele. Não como Ubelindo, um cachorro que falava e tinha outras qualidades inatas que o distinguam de qualquer outro.

É nesse ambiente que cresceu Tililiu, durante muitos anos acompanhado por seu cachorro, desafetos, amigos que foram coautores de aventuras cheias de diversão e traquinagens, até chegarem à fama.

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