O Livro Verde dos Elfos (Saga de Mitrax B 1)

Por Sergio de Paulo

Sobre o livro

Este é o primeiro volume da série de contos da Saga de Mitrax. Como o seu foco predominante se direciona aos elfos, seus costumes e particularidades, foi denominado “Livro Verde”. Os acontecimentos narrados não estão dispostos em ordem cronológica.

Eles remontam desde um milhão de anos antes da Era dos Grandes Reis e Rainhas, quando Aaor, o Senhor da Luz, recruta seus principais auxiliares, dentre os arcanjos do Megalocosmos e de como o Arcanjo Miguel luta contra os dragões de Kanera, enviados à Micropella para destruir a nascente humanidade.

A segunda narrativa mais antiga se refere ao final da Era dos Elfos, quando, com o enfraquecimento do cristal verde, as salamandras passam a dominar a Mesovíngia Oriental, destruindo completamente a exuberante floresta de Athlanda e arrasando as principais cidades élficas.

Mas a Era das Salamandras também experimentou o seu fim, sendo esse período, o início da Era dos Grandes Reis e Rainhas, o momento em que se concentra a maioria dos acontecimentos narrados nesse livro. Assim, são descritos os primeiros feitos do Grande Rei Alionor, o Rei de Espadas, o Primeiro.

É narrado como o formidável rei sitiou e tomou a incomparável Piramar, a capital das Salamandras; como o mago Sirius enfrentou o terrível Pharmagon, o maior e mais poderoso dragão de todos os tempos; sobre a Ordem do Dragão Dourado, a ordem cavaleiresca criada pelo rei para combater os monstruosos troglodroms e as gigantescas kiches e como a princesa élfica Irvine se apaixona por Alionor, e o abandona ao sentir que não é correspondida, levando consigo apenas a lembrança de um beijo, o que lhe basta para defender os limites de seu reino contra o assalto de gigantes.

E tais narrativas também versam sobre a constituição da ordem de magos de Lumerae e as circunstâncias dramáticas do início da trajédia amorosa entre os magos Sirius e Meissa. Oito séculos após isso, são descritas duas aventuras do mago Aldebaran e seu mestre, Rigel.

Primeiro, enfrentando os magos degenerados da Ordem de Escorpião, que, por ação do cristal amarelo, se transformam em gênios; segundo, nos conturbados anos que se seguiram à morte da Grande Rainha Anahar, a Segunda, a Rainha de Ouros.

Os relatos mais recentes se referem aos anos do reinado da Grande Rainha de Copas, Aara, aquela que seria a mais amada das rainhas e que viria ao mundo para mostrar aos homens, e principalmente aos jovens, que a vida vale a pena ser vivida, que a caridade e o amor podem suplantar as nossas mais sombrias angústias.

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