NA CRUZ A MAIOR EXPRESSÃO DO AMOR DE DEUS: PREFÁCIADO POR: REVERENDO HERNANDES DIAS LOPES
Por William PessanhaSobre o livro
NA CRUZ A MAIOR EXPRESSÃO DO AMOR DE DEUS.Por que alguém ousaria escrever mais um livro sobre a crucificação? Não estaria essa história tão divulgada que, ao lê-la, não se tenha mais o que tirar de lições e princípios?
Entretanto apresento alguns motivos para o presente livro.O primeiro motivo é porque este é o maior acontecimento da história. Podem passar anos, décadas e até séculos; nada superará o que houve no Gólgota.
Ali crucificado não estava um grande profeta; não estava um grande mestre da moralidade, também não estava um grande exemplo de vida. Naquela cruz estava o filho de Deus. Aquele que criou todas as coisas e que as sustenta.
Sendo assim, vale-nos sempre a pena recordar o que o filho de Deus teve que passar para trazer perdão e a reconciliação de Deus o pai com homem.O segundo motivo é porque a mensagem da cruz precisa voltar a ser pregada, escrita e divulgada.
Vivemos em tempos difíceis em relação ao conteúdo das pregações. Fala-se sobre tudo: prosperidade, cura, experiências, política, até mesmo psicologia nos púlpitos. Contudo, a mensagem de Cristo e este crucificado tem sido escondida, abominada, distorcida, mas não pregada.
E, por causa disso, muitas pessoas aderem à fé cristã sem saber de fato o motivo da sua salvação.O terceiro motivo é porque os personagens dessa narrativa ilustram para nós as variadas reações que as pessoas têm em relação a Jesus.Assim, este pequeno livro está dividido em três breves capítulos.
O primeiro capítulo, intitulado O que vemos a caminho do Gólgota? mostra-nos duas reações diferentes daqueles que observam o caminhar de Cristo para cruz.
Vê-se um tal Simão Cirineu, que é obrigado a carregar contra sua vontade e seus planos a cruz de Cristo, mas também vemos algumas mulheres que choram por Jesus, quando deveriam chorar por elas mesmas e por seus filhos.O segundo capítulo, O que vemos no Gólgota?
mostra como, supreendentemente, uma multidão observa morte de um inocente e não faz nada positivo em relação a isso. Há, ainda, os soldados romanos na sua ignorância religiosa humilhando de forma cruel o seu próprio criador.
Naquele monte estavam também os religiosos daquela época que, mesmo sabendo quem era Jesus, preferiram a religião do que o Salvador.O último capítulo, O que vemos nas cruzes sobre o Gólgota? leva-nos ao ápice dessa grande história. Naquelas três cruzes estava a divisão da humanidade.
Os salvos e os perdidos e Jesus entre eles. Observamos um homem que em meio à dor da crucificação, vendo a morte diante dos seus olhos, não se arrependeu de suas práticas, pelo contrário queria salvar-se, mas do seu jeito!
Também lá estava o ladrão que, por puro milagre, reconhece algo notável em Jesus. E, em meio a dor, recebe consolo para sua alma. E, por último, em uma dessas cruzes, estava o Rei dos Reis, Senhor dos Senhores.Minha pergunta e convite à reflexão são: O que essa morte fez por nós?
O que ela nos ensina? Espero que você possa ter momentos de comunhão na leitura e entender quer “Na Cruz está a maior expressão do amor de Deus”.
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