Não fale com paredes: contracultura e psicodelia no Brasil

Por Igor Fernandes Pinheiro

Sobre o livro

Não fale com paredes aborda personagens históricos que participaram de manifestações relacionadas ao rock brasileiro, produzindo músicas e comportamentos associados à contracultura e psicodelia. Analisando assim álbuns e festivais que não são privilegiados pela bibliografia, em detrimento de nomes consagrados presentes no imaginário e nas narrativas históricas referentes à canção no país.

São apresentados ao longo dos capítulos artistas como Serguei, Módulo 1000, A Bolha e Spectrum. Músicos que durante os anos 60 e 70 criaram músicas experimentais e provocativas, sendo intensamente censurados durante a ditadura militar.

Como afirma Daniel Cardona Romani, guitarrista da banda Módulo 1000: “as paredes são justamente o lado das forças de repressão. As paredes que tudo decidiam, não ouviam ninguém, não queriam saber nada, não queriam diálogo”.

Prepare-se para mergulhar no underground da contracultura brasileira e explorar os bailes dos anos 60, influenciados pela Jovem Guarda, os malfadados “Woodstocks brasileiros” e uma miríade de manifestações, personagens e discos que demonstram a intensidade criativa de uma geração.

“Destacamos a relevância e a originalidade da pesquisa, a erudição em torno dos temas e o texto fluído.” Samantha Viz Quadrat (UFF), Frederico Coelho (PUC-Rio) e Ana Maria Mauad (UFF)

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