Vias Urbanas – Vidas Humanas Tipologia, Morfologia E Sociedade. Estudo De Caso: Rua 1º De Março – Frederico Pereira Athai Mazziotti

Vias Urbanas – Vidas Humanas Tipologia, Morfologia E Sociedade. Estudo De Caso: Rua 1º De Março – Frederico Pereira Athai Mazziotti
Acessar

Resumo:

Apresenta-se neste corpo um trabalho que aborda as ruas como tema principal; observando suas formas; tipos; configurações; estruturas; equipamentos e o passivo histórico que condicionou sua atual aparência. No primeiro capítulo; apresentam-se as ruas; os tecidos e as malhas decorrentes; priorizando a evolução histórica destes canais de fluxo desde a antiguidade até os dias atuais. Um passeio no tempo de extrema relevância para o entendimento da atualidade. No capítulo seguinte; demonstram-se suas configurações tipológicas; categorizando-as em becos e vielas; ruas estreitas; médias; largas; muito largas; expressas e canais de água. Para tal utilizou-se de exemplos das cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo; ilustrando o capitulo com desenhos em planta e seção que ilustram as categorias ensaiadas e Amsterdã e Veneza para a categoria canais.Mais adiante aborda-se o sistema viário do Rio de Janeiro; apresentando-se a evolução da malha viária e consequentemente dos quarteirões da cidade. É um capitulo que valoriza a transformação histórica da cidade de São Sebastião uma vez que trata o tema desde o século XVI até a atualidade. No capítulo quatro; aborda-se o objeto pontual escolhido para estudo.No caso a Rua 1º de Março. Trata-se o objeto desde a formação do antigo vilarejo; ainda no século XVI; uma vez que Caminho Manoel de Brito; trilha primitiva que deu origem a Rua Direita e já no limiar dos séculos XIX e XX a Rua 1º de Março; já figura nos mapas mais antigos do Rio de Janeiro. Neste item; ainda aborda-se a composição da sociedade carioca.No item cinco; produz-se a interpretação da Rua 1º de Março na atualidade; valendo-se de dados colhidos no local e em órgão administrativos municipais.Apresenta-se o capítulo em pranchas cujos conteúdos vão desde os contrates; tensões; continuidades; vegetação; monumentos; marcos; limites; fluxos; turnos; pavimentos e conexões dentre outras categorias; até a abordagem da transformação dos usos; funções; fachadas; destinos e planos atuais e históricos. No item seguinte; interpreta-se a 1º de Março sob a ótica da sociomorfologia.Categoria de analise que aborda a transformação da estrutura física e da sociedade carioca no tempo. Neste item; prioriza-se os estudos sociais e apresenta-se as transformações do contexto social; valorizando-se os acontecimentos ocorridos no século XIX. Concluindo; no capítulo sete; faz-se um diagnóstico e um prognóstico da Rua 1º de Março; considerando as transformações ocorridas no local; à situação atual e inferindo-se um destino que pode seguir em duas direções dependendo do tratamento que se dê ao local.Finalizando; no item oito; faz-se um ensaio que contempla as ruas e canções que as abordam de alguma forma. É uma consideração final; em que o autor vale-se de expressões extraídas de composições; devidamente citadas; inserindo-as no corpo do texto de forma harmônica e integrada compondo desta maneira; uma redação que objetiva a inter-relação entre as ruas da cidade e a música.

Detalhes:

  • Categoria: Teses e dissertações
  • Instituição: UFRJ/URBANISMO
  • Área de Conhecimento: ARQUITETURA E URBANISMO
  • Nível: Mestrado
  • Ano da Tese: 2007
  • Tamanho: 61.24 MB
  • Fonte: Portal Domínio Público

Faça download do ebook em PDF: