Sobrevivência In Vitro De Blastocistos Mus Domesticus Domesticus Vitrificados Em Macro Ou Microvolume De Crioprotetor – Alexander Nivia Osuna

Sobrevivência In Vitro De Blastocistos Mus Domesticus Domesticus Vitrificados Em Macro Ou Microvolume De Crioprotetor – Alexander Nivia Osuna
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Resumo:

O desenvolvimento de protocolos eficientes para a vitrificação de embriões mamíferos ainda é um desafio para os especialistas em reprodução. Soluções crioprotetoras de baixa toxicidade associadas a técnicas seguras de envase são fatores fundamentais; para proporcionarem uma eficiente identificação e controle sanitário das amostras. Dois experimentos foram realizados para determinar a taxa de sobrevivência de embriões Mus domesticus domesticus envasados em palhetas convencionais (0;25 mL); na presença de uma haste metálica de ouro; empregando soluções crioprotetoras descritas para a vitrificação em microvolume. No experimento 1; avaliou-se a toxicidade da solução de desidratação (SD: PBSm + 10% EG + 10% PROH + 0;5 M sacarose); expondo os embriões por diferentes tempos: 1 (T1); 3 (T2) ou 10 min (T3). A toxicidade da solução de vitrificação (SV: PBSm + 20% EG + 20% PROH) foi determinada pela exposição dos embriões durante 25; 60 ou 180 seg; previamente desidratados por 1 ou 3 min. No experimento 2; avaliou-se a utilização do macrovolume (palhetas com a haste de ouro) e microvolume (micropipetas de vidro – GMP) na vitrificação dos blastocistos expostos à SV por 25 seg; previamente desidratados por 1 ou 3 min. Os dados foram analisados pelo teste Qui-Quadrado (P<0;05). No experimento 1; não foi observada diferença estatística entre as taxas de eclosão dos embriões desidratados: T1=68;0% (38/56); T2=72;0% (36/50); T3=71;0% (39/55) e o grupo controle; (74;0% - 48/65). No entanto; houve diferença significativa (P<0;05) na taxa de eclosão em relação ao tempo de exposição dos embriões à SV. Os embriões desidratados por 1 ou 3 min e expostos à SV por 25 seg proporcionaram maiores taxas de re-expansão (79;0% vs 84;0%) e de eclosão (58;0% vs 72;0%); em relação aos tempos de exposição de 60 e 180 seg. No experimento 2; após a vitrificação dos embriões envasados nas palhetas com a haste de ouro; a taxa de eclosão dos blastocistos previamente desidratados por 1 min foi de 16;0% (10/64) e de 4;0% (2/57) quando previamente desidratados por 3 min. Por outro lado; os embriões envasados nas GMP; e previamente desidratados por 3 min; foram os que apresentaram maior taxa de eclosão (60;0% - 52/86). A vitrificação de embriões utilizando soluções crioprototetoras descritas para microvolume não foi eficiente na crioproteção dos blastocistos envasados em palhetas convencionais com a haste de ouro.

Detalhes:

  • Categoria: Teses e dissertações
  • Instituição: UFRGS/CIÊNCIAS VETERINÁRIAS
  • Área de Conhecimento: MEDICINA VETERINÁRIA
  • Nível: Mestrado
  • Ano da Tese: 2008
  • Tamanho: 259.42 KB
  • Fonte: Portal Domínio Público

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