Introdução Do Jundiá (Rhamdia Quelen) E Da Tilápia-Do-Nilo (Oreochromis Niloticus) No Tradicional Sistema De Policultivo De Carpas Do Rio Grande Do Sul: Introdução Isolada Ou Conjunta – Leonardo Bolognesi Da Silva

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Resumo:

O policultivo de peixes é praticado em mais de 95% das propriedades do Rio Grande do Sul. Objetivando melhorar os índices de produtividade e desempenho das espécies utilizadas no atual sistema, o trabalho buscou identificar a melhor relação de introdução de Rhamdia quelen e de Oreochromis niloticus no policultivo tradicional de carpas praticado no Estado. Durante a fase de crescimento inicial, o presente estudo foi conduzido num período experimental de 86 dias em nove tanques escavados de 250m2 de área superficial (1,2 m de profundidade). Um dos tanques foi estocado com a proporção usual empregada na região como o controle, ou seja, 35% de carpa comum (CC), 35% de carpa-capim (GC), 15% de carpa prateada (CP) e 15% de carpa cabeça-grande (CCG) em uma densidade de estocagem de 2875 peixes/ha. Dois tanques foram estocados com a mesma relação de espécies, mas com densidade de 5750 peixes/ha (tratamento 1, T1). Dois tanques com 20%CC: 30%GC: 10%CP: 20%CCG e 20% de jundiá (JN), densidade de 5750 peixes/ha (tratamento 2, T2). Como tratamento 3 (T3), dois tanques com 35%GC: 5%CP: 10%CCG: 20% JN e 30% de tilápia-do-Nilo (TN), densidade de 5750 peixes/ha e o quarto tratamento (T4) com 15%CC: 30%GC: 5%CP: 10% CCG: 20% JN e 20%TN, com a mesma densidade. Todos os parâmetros da qualidade de água avaliados estavam dentro da faixa ideal para o cultivo de peixes. Nenhuma correlação significativa foi encontrada entre as relações de espécies e os parâmetros da qualidade de água. O peso final por espécie nos diferentes tratamentos mostrou algumas diferenças estatísticas mostrando efeito no crescimento das espécies. A sobrevivência foi considerada satisfatória em todos os tratamentos testados. Quando os dados são analisados pela perspectiva zootécnica, a relação de espécies mais promissora para o policultivo parece ser a usada no T4. A exclusão completa da CC no T3 não se refletiu em bom resultado zootécnico, já a redução do percentual de CC de 35% para 15% e introdução de 20% de JN mostrou efeito positivo. A introdução de JN nos policultivos testados não causou efeito sobre as outras espécies. A TN cresceu melhor no T3 onde não havia CC, entretanto a CC mostrou melhor desempenho na presença da TN. A associação da CC e da TN aumenta o crescimento da CC. Baseado nos dados apresentados a relação de espécies para policultivo (fase inicial) que se mostrou mais promissora foi usada no T4. A redução da taxa de CC e a introdução da TN e do JN provocou efeitos positivos em todos os parâmetros zootécnicos avaliados.

Detalhes:

  • Categoria: Teses e dissertações
  • Instituição: UFRGS/ZOOTECNIA
  • Área de Conhecimento: ZOOTECNIA
  • Nível: Mestrado
  • Ano da Tese: 2007
  • Tamanho: 2.80 MB
  • Fonte: Portal Domínio Público

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